Sobre as Mudanças...

BLOG ENCERRADO ! ;-)

A quem interessar possa: A Viajante (o novo blog)

 

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See you!



- Postado por: Viajante às 18h12
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Sobre histórias e palavras...

Um dia, não lembro exatamente quando, eu comecei a gostar de histórias.

Comecei a sentir prazer em estar na companhia dos mais velhos, só para ouvi-los lembrar e contar suas histórias... 

Passei muitas horas ouvindo lembranças alheias, vividas em lugares onde nunca estive. E assim, conheci lugares e pessoas que até hoje, não conheço.
Sorri com momentos divertidos (e alheios) que fizeram-me sentir bem estar, mesmo sem lá estar.

É verdade que também fiquei triste ao conhecer recordações melancólicas sobre dores que não vivenciei, mas que acabei por compartilhar...

As histórias acabaram por fazer parte da minha lista de prazeres...

Ao ser apresentada aos melhores contadores de histórias do mundo, os livros, fui também apresentada ao sabor mágico das palavras...

Nunca antes havia pensado no poder das palavras... até que a cada história que lia ou ouvia, mais percebia que tudo gira em torno delas. E que as mesmas são tão importantes que até mesmo quando estão ausentes, dizem alguma coisa.

Confesso que hoje me sinto meio amante das palavras e das mais variadas mensagens que podem passar, mesmo se usadas na mesma ordem e conjunção, apenas mudando o contexto.

Sou profunda admiradora de uma boa e velha conversa com um amigo à mesa da cozinha, entre uma e outra xícara de café... ou de uma daquelas intermináveis madrugadas de conversas sussurradas com a melhor amiga, enquanto os livros de Marx deveriam estar sendo analisados e resumidos para o dia seguinte (mas, que fique bem claro: sempre tiramos boas notas, apesar de ter conversado mais do que estudado).

Passei a usufruir do prazer de interpretar as mensagens das palavras até mesmo na frase solta de uma canção. Num diálogo que faz valer toda a cena do filme... Ou "naquele" parágrafo que já me fez adorar o livro, mesmo sem saber como será a última página.

Dialogar, argumentar, analisar, contestar ou simplesmente ouvir ganharam dimensões únicas depois que aprendi a respeitar as palavras.

Penso muito depois de ouvi-las e mais ainda antes de pronuncia-las.

Não mais tento deturpá-las quando as ouço (tentando escutar apenas aquilo que me agrada ou convém).

Não mais as uso em vão pronunciando montes delas apenas para constar que falei "alguma coisa".

E ainda me sobra tempo para usá-las na diversão (afinal, as palavras não apenas para assuntos sérios), para arrumá-las em harmoniosa conjunção que cause divertimento e alegria ao meu redor.

Às vezes, por muitas vezes, não posso dar vida, ou seja, não posso pronuncionar, várias e várias palavras que estão aqui dentro. E então, elas se agitam e 'enlouquecem', porque afinal as palavras devem ser (bem) usadas.

Nestes momentos, eu bem posso perceber, elas se entristecem comigo e, momentaneamente, escondem-se, fogem do meu alcance e deixam-me sem ter que dizer.

Este desentendimento dura pouco, não sei viver sem elas...

Nem que seja para tê-las todas aqui, no meu silêncio.



- Postado por: Viajante às 19h50
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Mais de um ano...

O tempo, realmente, voa!

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Vamos ver se eu consigo... começa a se tornar rotina o "tentar" voltar a blogar... o "conseguir" vai ficando pra trás!... (que feio!)

 

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- Postado por: Viajante às 20h09
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Os livros, os enredos, as personagens... a minha imaginação.

Um dia, quero ser grande... e colocar no papel todas as histórias que nascem, desenvolvem-se e morrem na minha imaginação...

Porque no papel... elas nunca morrerão.

No papel, ganha-se a eternidade; dribla-se o que há de mais certo na vida, que é a morte, o "sumir".

 

E é nas histórias dos livros que leio, que mais imagino, viajo, me encanto, me emociono, etc e tal... São nas histórias de vidas e vidas que leio que aprendo, que conheço, que analizo.

Cada história traz à mim... uma magia pra sonhar. Um pensamento para refletir. Um sentimento para desejar. Um exemplo para ensinar.

 

Hoje estou lendo "O último verão (Teu & Meu)" de Ann Brashares (no Brasil o título é "Nosso último verão").

Uma história leve, singela... uma paisagem praiana. Fala sobre personalidades únicas, maneiras de ser diversas; sobre amor, um deles, incondicional e inabalável; outro, inseguro, medroso e incapaz de saber se realizar. Fala sobre segredos e da formação de caráter de crianças à adultos... e de como os acontecimentos durante essas fases podem influenciar na vida dos mesmos.

 

Estou ainda na metade, e estou adorando algumas frases e trechos pelo caminho.

 

"... Em certo sentido, nunca estava em lado algum. Era mais feliz, desconfiava Paul, em trânsito, onde o passado era intocável e o presente insignificante. E assim continuaria, supunha, enquanto acreditasse que o futuro seria melhor."

Pg 104.

 



- Postado por: Viajante às 19h37
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Definitivamente...

quero voltar a escrever. :-)

 

Enquanto não escrevo... deixo aqui palavras de um gênio...


Fernando Pessoa


"Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada"



- Postado por: Viajante às 23h46
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De cara nova...

Template novo.

 

:-)



- Postado por: Viajante às 23h29
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Pensamentos de quem 'viaja'...

Certa vez, lembro-me de ter escrito sobre ‘máscaras’. Não consigo lembrar o que escrevi. Apenas lembro-me de ter escrito sobre as nossas máscaras do dia-a-dia.

O que mais me assusta é que eu mesma não sei quantas máscaras eu tenho e uso. Já não sei quais máscaras se tornaram facetas; quantas facetas eram apenas máscaras.

Porém, quando o desânimo assola e a tristeza impera, torna-se imprescindível procurar o caminho de volta. É imperioso procurar no nosso interior, quem somos, o que queremos, qual era o caminho que estávamos pensando em seguir. Urge que se lembre “qual foi mesmo o último momento de ânimo e entusiasmo que eu tive?!”

Até aceito que perder-se não seja difícil, apenas não consigo entender como não é perceptível.

Explico-me:

Como eu me perdi sem perceber que estava me perdendo?! Não houveram pistas? Não houveram sinais?

Nada?

Nada?!

 

E agora, adiantaria procurar por eles?

Seria um caso perdido, ou saber onde eles estiveram e como vieram ajudaria no caminho do reencontro?

 

E quanto à responsabilidade?

Sim… é minha; assim como tudo o que me acontece é responsabilidade minha, afinal não sou tola nem hipócrita para jogar sobre ombros alheios o peso da responsabilidade a cerca das consequências das minhas escolhas.

Terei algum desconto se conseguir ‘provar’ que as minhas escolhas foram baseadas em sonhos, desejos e anseios, que eram primordiais por conta de falta de experiência e de amor-próprio?

Não… rs… não adianta de nada.

A intenção não anula a consequência.

Simples assim.

 

E agora, o que se faz no momento em que se vê que algo não está a resultar?!

Começar do zero?

(de novo?!... de novo????... ah, não… de novo não…)

Ficar e lutar?

(talvez…)

Mas, ficar e lutar… por que?

Por querer ou por achar que é assim que “deve ser feito”?

 

Tantas perguntas, tantos questionamentos… tantas dúvidas, tanto tormento.

 

E em maior impacto, muito mais desânimo e introspecção.

Isolamento.



- Postado por: Viajante às 20h54
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Mais mudanças...

Mais mudanças... mudanças mais.

Agora, é a vez do nome do blog... :-)

Quando o fiz, pela primeira vez, chamava-se "De Passagem Pela Vida", pois é assim que eu acho que podemos descrever nossa passagem aqui, neste mundo corpóreo. Estamos aqui de passagem, pois o nosso habitat natural não é aqui. Deste lado de cá, vivemos para aprender, praticar, evoluir... e então, de tempos em tempos, voltamos ao nosso "lugar de origem".

Depois, deletei o blog (em 2005, salvo engano); e quando voltei, há dois anos (creio eu; datas não são o meu forte... rs...), eu deixei apenas o meu "blog-nick" que me acompanha desde que montei o blog pela primeira vez: A Viajante.

Hoje, resolvi mudar. Ontem, no comboio (aqui em portugal, porque no Brasil é trem, mesmo), vim pensando em como é fácil se perde e difícil se reencontrar. Como é que num passe de mágica desce uma cortina sobre nossos olhos e a gente muda tanto, mas tanto, que fica difícil lembrar quem e quantos já fomos.

E então pensei que se eu conseguisse me reencontrar... quem sabe eu não poderia tentar me descobrir. E assim... entender.



- Postado por: Viajante às 08h26
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Uma música... Uma reflexão. ou melhor, várias reflexões...

Noite Dos Mascarados

- Quem é você?
- Adivinha se gosta de mim
Hoje os dois mascarados procuram os seus namorados perguntando assim:
- Quem é você, diga logo...
- ...que eu quero saber o seu jogo
- ...que eu quero morrer no seu bloco...
- ...que eu quero me arder no seu fogo
- Eu sou seresteiro, poeta e cantor
- O meu tempo inteiro, só zombo do amor
- Eu tenho um pandeiro
- Só quero um violão
- Eu nado em dinheiro
- Não tenho um tostão...Fui porta-estandarte, não sei mais dançar
- Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar
- Eu sou tão menina
- Meu tempo passou
- Eu sou colombina
- Eu sou pierrô
Mas é carnaval, não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal
Deixa a festa acabar, deixa o barco correr, deixa o dia raiar
Que hoje eu sou da maneira que você me quer
O que você pedir eu lhe dou
Seja você quem for, seja o que Deus quiser
Seja você quem for, seja o que Deus quiser



- Postado por: Viajante às 07h04
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Mudanças. Ora necessárias, ora opcionais. Desde que sempre, pra melhor!

Yes, mudança de visual... não estava gostando daquele visual "desconjuntado" do outro template. Já que eu não parei e dediquei algum tempo para o ajeitar, ou ao menos tentar ajeitar... então achei melhor mudar logo todo o template.

E tem outra... eu não gosto muito de "repetições". Algumas coisas são assim, já foram, já exisitiram, já tiveram seus "momentos", e depois, é "tocar a andar", e seguir em frente... talvez seja assim também com o template. Já teve seu momento, seu "up"... agora, são novos tempos, novos momentos, novos posts, novo tudo... Inclusive eu mesma, que vivo brincando de me reinventar. Sempre mantendo alguma coisa, mas sempre, também, reinventando. Ah, sei lá...

É algo mais ou menos assim...

Entende-se?

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Não está sendo muito fácil blogar, não tem sido fácil voltar a escrever e me mostrar aqui no mundo virtual. Não tem sido fácil, leve e descontraído como já o foi. Mas, sigo caminhando, porque gosto de escrever... e gosto de comunicar. E gosto do meu blog.

Por vezes é mesmo complicado delinear todo os retalhos e ainda mais falar sobre eles... mas, sigo tentando, afinal, sou mesmo assim, um grande patchwork.

 

 

 



- Postado por: Viajante às 17h34
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Um show, um espetáculo...

...

 

“Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão

Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês

Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor

Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói

Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és

Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor

Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus

O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim”

 

                              

Estou em pleno estado de êxtase. Acabei de chegar de um espetáculo de Maria Bethânia… Simplesmente MARAVILHOSO!

Impressionante a força de sua voz… Magnífica a maneira como entoa, interpreta e, principalmente, SENTE tudo o que canta.

A letra acima é da música “O Quereres”, composição de Caetano Veloso. Eu não a conhecia, ouvi hoje, pela primeira vez e já na extraordinária voz de Bethânia.

Adorei ouvir “Fera Ferida”, “Explode Coração”, “Olhos nos Olhos”, entre outros sucessos. Infelizmente não entraram no repertório outras três canções que eu simplesmente AMARIA ouvir ao vivo: “Detalhes”, “Outra Vez” e “É o Amor”.

Bethânia encerrou o show com a música “O Que é, O Que é?” do Gonzaguinha… Aquela que a maioria das pessoas conhece como “Viver e não ter a vergonha de ser feliz”, inclusive eu (tive que ir no Google procurar e ficar conhecendo o nome correto da música… rsrsrsrsrs… Mas, enfim, ao ouvir essa  música a plateia foi ao delírio. Foi engraçado ver até os portugueses se requebrando (ou melhor, tentando se requebrar, rs) ao som de uma música tão “brazuca”.

Maravilhoso, magnífico, extasiante… Imperdível.



- Postado por: Viajante às 22h44
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um texto...

"O Pó dos Dias

A vida levanta pó que se farta. É o trabalho, os amigos, os amores insatisfeitos, a rotina que nos engole. São as crianças e o casamento, os pais e os irmãos, os sonhos, e mais até. Fica no ar, cola-se a nós, respiramo-lo com parcimónia, e entranha-se (bem fundo)  como uma sereia que encanta e nos adormece de sossego.

O pó dos dias não irrita as mucosas: inflama o nosso olhar e aloja-se, como um vírus que aí encontra um hospedeiro, no modo como deixamos de escutar com o coração e nos contentamos em ouvir. Mesmo que, para fugirmos dele, como uma melga que se insinua nos ouvidos, levantemos mais pó, e mais pó, evitando que ele se assente, devagar, e nos puxe – enfim – para pensar.

O pó dos dias leva a que imaginemos que a vida corre por si. Sem que precise de um mestre de costa ou de um homem ao leme. Conduz-nos para veredas íngremes e para couraças escorregadias. Faz das pessoas vultos, e parece tornar opaco o nosso querer. Ah, e obriga-nos a lamentar, quase para sempre, o quanto desejávamos transformar o pó dos dias numa manhã de sol, se pudéssemos… é claro.
Nem sempre querer é poder. Muitas vezes, quer-se e não se pode. A diferença está entre querer... e acreditar que se pode.

Sempre que acreditamos, os milagres acontecem. E aquilo que falta a quem quer (e não pode) é um “vai que eu olho por ti”. Alguém que nos tenha dado suprema bondade de acreditar naquilo em que acreditamos, e de querer o que nós queremos, que transforma o querer em poder.

Em verdade, o truque esconde-se neste pequeno pormenor: quando se quer, ninguém consegue ir  - mesmo que vá pelos seus sonhos – contra todos os que, afirmando que gostam de nós, jamais nos dizem: “vai, que eu serei a tua âncora”. Ou, “vai, que eu olho por ti”. (Por vezes, dizem mesmo, embrulhado num silêncio cobarde: “se fores, deixo de olhar para ti”).

Todos nós precisamos de uma âncora para que os milagres aconteçam e, assim, se vença o pó dos dias. E talvez seja isso o que a vida tem de mais desconcertante:
Não são os ventos nem as marés, só as âncoras… que nos permitem navegar."

* Adorei esse texto, ele faz parte do livro "Chega-te a mim e deixa-te ficar" do escritor e psicólogo português Eduardo Sá. Obviamente, o texto está escrito em português de Portugal, portanto, eu esclareço que "melga" é o mesmo que "muriçoca" ou "pernilongo", e que "cobarde" é o que conhecemos como "covarde" mesmo.



- Postado por: Viajante às 21h02
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Mudanças...

Consegui trazer de volta o meu querido template... infelizmente, não lembro muito bem como fiz isso há quatro anos. Mas, como eu o tinha guardado, conegui recuperar... só que aparece meio "desconjuntado", não é? A parte de cima colada à margem esquerda e o corpo do blog mais pra direita... Ainda não sei como consertar isso... TontoIndecisoAbismado



- Postado por: Viajante às 15h15
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Acreditar, acreditando.

êpa e lá se vão passando os dias... e eu sem escrever.

Dessa vez é a falta de tempo que me impede de vir aqui e blogar. E pra "melhorar", essa semana recebi notícias um tanto quanto preocupantes, que me deixaram bastante preocupada. Problemas de saúde, família... Mistura preocupante!

Massssssssssssssss... irá terminar tudo bem. Eu tenho fé que dará tudo certo.

Isso faz bastante diferença.

 

Obs: "Odeio" "certezas"... mas isso, fica pra outro post.

 



- Postado por: Viajante às 21h59
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Saudade! :-) Boa saudade!

Bons tempos... boas lembranças!

Parece que o JP leu meus pensamentos... estava mesmo pensando em mudar esse template. Não "bate" muito comigo não!

E procurando no fundo do baú (leia-se: um cd de backup de 2005, eu achei alguns textos antigos do blog... e também esse mimo que eu posto logo abaixo!)

 

 

Esse é meu.

Ninguém tasca, ninguém tira.

Foi feito por um amigo ultra querido pra essa Viajante que vos escreve... rs... numa outra época... época em que as madeixas eram bem mais claras!

 

Amo muuuuuuuito tudo isso!

Quantas lembranças boas!

Sou feliz assim!

 

Beijos enormes! Que a semana seja simplesmente MARAVILHOSA!!!



- Postado por: Viajante às 22h48
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